quinta-feira, 30 de outubro de 2003

Dúvidas inconformáveis/~adas...

a) Como se comunica aquilo que é incomunicável? (PED, Cidade da Amadora, Julho de 2003);
b) Quem tem terra? (Wanderley Martini, Terreiro do Paço, Lisboa, finais de Outubro de 2003);
c) «Porque não entra ele pelos ouvidos?» (Martinho dixit, in RAE, s/ data);
d) ... de náusea (Francisco Sanches, algures onde não houvesse terra, sempre).

Quem tem terra pode ser pedreiro?

Preferias um escritor, um cagaréu? Não sei, nem mesmo sequer duvido.
Estou-me cagando para quem tem terra!..., atribuído a Ovídio.

Mais uma polémica, (agora em minúsculas) foda-se!

o que eu disse foi que eu não disse isso
quando muito... e a verdade é que
o Movimento dos Sem Terra luta por uma coisa
que ninguém quer, a menos que seja para ter,
apenas
e, como é sabido, quem tem terra...

Na sequência do traumatizante Wanderley Martini...

(para quem não saiba, Representante do MST na Manif de hoje)
e sem seguir nenhum nexo causal
para quando
uma ou duas, no máximo
Vanessas Haag?

quarta-feira, 29 de outubro de 2003

A todos os conformistas

o meu magnânimo FODA-SE! & um grande bem-hajam!
És linda!!!...

Conformemo-nos?!, ou PED revisited...

Terça-feira, Julho 08, 2003
O discurso reducionista acerca do inconsciente
O universo do inconsciente só se petrifica para aquém das fronteiras do consciente. É que petrificar, fixar, falar, tentar dizer algo acerca do inconsciente, mais não é do que falar do falar, dizer do dizer, falar a linguagem – que é consciente. Ou seja, já não falamos daquilo que queremos, mas de outra coisa qualquer. Petrificar é matar aquilo que é orgânico, é solidificar o líquido, despedaçar o sólido; petrificar é transformar a pedra em areia que se esvai entre os dedos quando a tentamos agarrar. Isso é a crítica – a linguagem. Conformemo-nos.

Como se comunica aquilo que é incomunicável? Não se comunica, mostra-se. E aquele a quem isso é mostrado, sente, emudece, vislumbra, contempla, desperta e age. Por isso a estética é essencialmente teoria, no sentido grego de qeoria, uma contemplação extática que pode gerar um conhecimento inefável. E a acção é acção sobre si mesmo. Eu fico diferente, e o mundo também fica diferente. A estética tem assim o mesmo valor da ética, ou seja, o belo e o bem coincidem porque, embora ambos inefáveis, indizíveis, são capazes de transformar um homem, e aquilo que transforma um homem, transforma o mundo, pelo menos o mundo desse mesmo homem.

ped

Adenda

Em caso de necessidade extrema, leia-se ignorância, existe a possibilidade de simplesmente comentar a afirmação:
“Mmmf, pmnngnn gnff mmlmn mmlgnf.”

Descobrir as diferenças? (Fequência de Hermenêutica e Metodologia do Texto Filosófico I)

5.2. Comente e critique, se possível ignorando as respectivas autorias em causa, as teses em apreciação:

Tese 1.
Fanchonos, revelai-vos sem medo. Por duas razões: primeiro, dão-me mais alvos de chacota. Segundo: vocês são os meus cavalos de Tróia para as gajas que não gostam de apanhar no cu. Quantos mais de vocês se revelarem, quantos mais eu posso chamar à liça numa discussão pré-sexual como exemplo de que levar na bilha não deforma o andar. Por aí além.
Tese 2.
mal
O Martinho perguntou-me se o diabo está dentro de nós, e eu disse-lhe que não, que ele está sempre de fora e quer entrar dentro de nós. A ideia era óbvia: que a nossa alma é um campo de batalha. Retorquiu ele: «Porque não entra ele pelos ouvidos?». Ri-me com a confusão metafísica entre a virtualidade dessa ausência e a fragilidade carnal do ouvido. Mas dei-me conta de que ele redescobrira o mais antigo princípio do mal. A palavra que seduz, que serve para dominar, e que instala o mal dentro de nós penetrando pelo ouvido. Mitologia espontânea... mas certeira.

O insuborninável discípulo...

Persiste a ideia de que a Bufa-escriba Pipi, por falta, ao que é sugerido pela concorrente Bomba Miolada, de tinta do "nosso" Vasquinho (sim, que um homem não é de pau!) não é a nossa não menos querida Isabel Stilwell... Digo-vos, em boa verdade, foda-se, nem pensem nisso.
Ou, então, como diria João Pedro Pais se pertencesse ao mundo dos vivos, "...entra pela vitrina surrealista, faz malabarismos é ilusionista...//...já se sente o frio, está na hora...//...sou a voz da tua alma que te faz levitar...//...sou o ser que odeias, mas que gostas de amar..." ad nauseam, natural e casapianamente. (Rádio Comercial, final de 2003!!!)
& depois dizem que não somos um país potencialmente (e não só) de patetas!

-
N.B. - Ninguém, repito, ninguém vê comentários sobre Rock Hudson.

Estará mal gamar?

mal
O Martinho perguntou-me se o diabo está dentro de nós, e eu disse-lhe que não, que ele está sempre de fora e quer entrar dentro de nós. A ideia era óbvia: que a nossa alma é um campo de batalha. Retorquiu ele: «Porque não entra ele pelos ouvidos?». Ri-me com a confusão metafísica entre a virtualidade dessa ausência e a fragilidade carnal do ouvido. Mas dei-me conta de que ele redescobrira o mais antigo princípio do mal. A palavra que seduz, que serve para dominar, e que instala o mal dentro de nós penetrando pelo ouvido. Mitologia espontânea... mas certeira.

Chega através

Chega Através

Chega através do dia de névoa alguma coisa do esquecimento,
Vem brandamente com a tarde a oportunidade da perda.
Adormeço sem dormir, ao relento da vida.
É inútil dizer-me que as acções têm consequências.
É inútil eu saber que as acções usam consequências.
É inútil tudo, é inútil tudo, é inútil tudo.

Através do dia de névoa não chega coisa nenhuma.

Tinha agora vontade
De ir esperar ao comboio da Europa o viajante anunciado,
De ir ao cais ver entrar o navio e ter pena de tudo.

Não vem com a tarde oportunidade nenhuma.

Álvar(inh)o de Campos

Sim!, é mais um gamanço...

A propósito de Kavafis...

O Sol da tarde...
*
*
*

Paciência Op. 0001

Direito ao bom-nome – Mais uma das falácias artificialmente gerada pelos mecanismos de defesa face à incontinência dos media. O direito à nossa reputação só pode significar que não nos contentamos apenas com uma rapidinha com a puta São e exigimos repetir a dose.
E a resposta é SIM, voltamos a roubar!

tenho textos de outros dias

mas não digo, ou seja
tenho
a devolver a ideia roubada sem quase nada querer
do estranho caso da ideia roubada sem querer,
mesmo
sem querer...

(não, não é passar incógnito numa confeitaria)
desculpas a P., nem por isso silêncios ou cigarrilhas Mitra,

mas acho bem que termines
o poema.

Viver todos os dias mata...

Deseja depurá-lo?

o erro, sempre o erro e a falta de Vontade para depurá-lo.
É isto a filosofia em português...
O erro, Senhor!, o Erro!...

quinta-feira, 23 de outubro de 2003

O homem só, será necessariamente arrogante?

a vírgula faz toda a diferença, uma vez mais, mas antes isso do que ter a pretensão de educar como ninguém, a não ser as três milhares de tristes luminárias que insistem em contrariar o que diz o espírito do povo, só para serem diferentes da maralha?
Die Welt ist nicht verändbar.
Die Welt ist nicht zu verändern.
Die Welt lässt sich nicht verändern.
Die Welt kann man nicht verändern.
Die Welt zu verändern kommt überhaupt nicht in Frage.
und so fort.

Na ausência do Senhor du Bocage III

6.4 Alle Sätze sind gleichwertig.
6.41 Der Sinn der Welt muss asserhalb ihrer liegen. In der Welt ist alles wie es ist und geschieht alles wie es geschieht; es gibt in ihr keinen Wert - und wenn es ihn gäbe, so hätte er keinen Wert.
Wenn es einen Wert gibt, der Wert hat, so muss er ausserhalb alles Geschehens und So-Seins liegen. Denn alles Geschehen und So-Sein ist zufällig.
...
und so fort.

Na ausência de Bocage II

6.373 Die Welt ist unabhängig von meinem Willen.

Na ausência de Bocage I

5.6 Die Grenzen meiner Sprache bedeuten die Grenzen meiner Welt.

Vale tudo, menos grupos, motherfucker!, acrescentaste.

Haveria mesmo boa consciência entre os hebreus?

No outro dia escrevi isto

enquanto tentava em vão, absorto e etilizado também, pensar nas pernas que me levariam a entregar uma mísera infinidade de papéis numa repartição académica de uma sobejamente má-reputada instituição de ensino deste nosso E. P. (não, não dá entrada na Festa...), e, sendo assim, em matéria de revivalismos, como na pobreza, não devemos sequer transparecer indigência nestas súplicas, aqui vai da nossa lavra:
"Kontra-K. - in memoriam P. L. - É preciso provar este veneno que é escrever e continuar como se nada fosse tão abominável quanto tudo é. Precisava deste momento, deste reencontro. Apesar de não estar nada em maré revivalista, revisionista. Nada disto vale um par de mulheres bonitas!... Uma bebedeira do tamanho do meu bairro... Nada disto vale coisa nenhuma, essa é que é a verdade. A ti ninguém introduziu no meio cultural madrileno, pensas. Não completaste a licenciatura em filosofia em 1927. Aliás, nunca a completarias. Nunca chegarias a pertencer a nenhum grupo de intelectuais que, esses sim, com missões pedagógicas, iniciariam uma nova experiência de educação popular. Não percorreste, nem mesmo em sonhos, longe disso, as remotas aldeias e lugarejos en emissário gratuíto daquilo que se acreditava ser o cinema, a pintura obviamente burguesa, nem o teatro burlesco do proletariado, nem, muitíssimo menos ainda, a grande música (melodias) de sempre. Numa palavra: Vale tudo, menos grupos."

Viver mata

é uma verdade tão boa quanto outra qualquer. É o que, entre outras coisas, de bom tem a verdade. A verdade é que, independentemente da minha absoluta falta de credibilidade, tanto eu, como um pigmeu que haja em qualquer parte do mundo, podemos afirmar alguma verdade como é o caso (der Fall), a queda neste meu universal: viver mata.
É este, em bom rigor, o verdadeiro sentido do Espírito Santo, perdoe-se, ou talvez nem por isso, a redundância.
Há mortes vivas, sejamos francos.
E a moralidade passa muito pouco por perto, sequer, destas paragens...

terça-feira, 21 de outubro de 2003

uma imagem

e depois outra.
e assim sucessivamente.

e assim na ponte de Galata,
sozinho.

adoro

quando o meu Max ressona.

detesto mesmo é postar & publishar

ou talvez não. ainda vou
ter de descobrir já sei, iésse!, interjeição
minha Gentil.

mais nada.

& se Leibniz fosse vivo

a) continuaria a ser um incómodo?
b) dedicar-se-ia aos números?
c) teria perdoado ao pobre e incontinente pai?
d) ...

domingo, 19 de outubro de 2003

um Domingo

antes de Cristo já havia e parece ter sido o dia escolhido por Ele para, finalmente, descansar. Quem, como eu, acredita que a Segunda-feira são anos de vida, limita-se a sofrer a agrura patética da antecipação, gibóia, sorri ao próprio cão. Consolo magro, mas eficaz na sua debilidade, é a formação-recorrente (suponho) segundo a qual, além de estar seguramente a matar-me com a lentidão que calhar, fumar pode prejudicar-me o esperma e reduzir-me a fertilidade. O desconsolo absoluto é não me tornar num ser humano barbeado a esta hora da ausência.

sexta-feira, 17 de outubro de 2003

Tempo de cacilhar...

tempo de esfumaçar
tempo de fazer fumo
tempo.

E se fumar...

... só prejudicasse a saúde dos que nos rodeiam?

EWR - esclarecimento

EWR - Abkommen
rendimento, proveitos, EWR
que caralho é o EWR???
pergunta o rabeta e, ainda por cima, fiel leitor,
É
o Europäischen Wirtschaftsraum.
Nem menos!

Não gostei...

...mesmo nada desta gente supostamente jovem que ocupa consecutivamente o espaço que cheguei a gostar que existisse só para não pensar muito nisso.
Há 20 anos tinha eu dezanove, era anarquista (libertário, pas sindicaliste...) mas, pelo menos, pagava as propinas.
Foda-se!
Haja respeito!

terça-feira, 30 de setembro de 2003

Arre

pendimento
essa grande invenção
que nos permite
numa alínea qualquer
desatar
a blogar...
(isto, era um subentendido)
...
xuaks!!!

Há noites...

madrugadas de bules, vamos, em que a conjugação dos factores: vizinha de cima, velha feia porca e má, com a vetusta idade que impede que se diga/escreva coisas deste género, começa a taconar em plena noite, etc; ... nice try.

De facto há pouca coisa a pensar

um grande bem-haja à MJ e parabéns pelas 39 primaveras.

domingo, 28 de setembro de 2003

Deparo-me com uma questão embaraçosa a esta hora

"O que é que você deseja que o Windows faça?"

Por mim não pensava mais nada hoje, mas sabem como é...

a maralha habitua-se e depois dá nisto, em vez de ler bloques intelectuais com montes de coisas interessantes, até palavras simplesmente mal grafadas, para mim é simplesmente a revolta da populaça, hoje em dia qualquer puta pode ter adsl (há uns que dá para uma gaja ver filmes de foda e tudo, pasmem!) e, assim, as putas certificadas pela audiência (sitemeters e afins) agoniam, mas que é isto?, querem foder-nos o tacho?, um tacho tão bonito - sobre isso muito ficará por dizer - , logo aquele que trouxe do comício de barcelos, ou seria das caldas?, bem, não sei... and so on.

Só mais um pensamento

A simplicidade é uma refinadíssima rameira.

Outro pensamento

E se errarmos menos isso tornar-nos-á definitivamente mais o quê?

Pensamento

Será que quando erramos propositadamente erramos menos?

Um grande Bem-haja! (ou Alte Meister, Thomas Bernhard, uma releitura...)

Um grande Bem-haja! (outra vez) e não sei se é assim que se escreve, mas é para o Dele Pipi, Mestre, e já agora posso mandar xuaquinhos fôfos por seres quem és e não desistas, tá?, serás sempre um ezemplo para quem quer que seja que queira ser parecido contigo e assim - onde é que isto se desliga? Prontos...

Desalinhados...

A verdade é que deve ter sido quase só por causa do aniversário do meu gato, perdão, cão (estava a pensar no outro que era um gato preto chamado pomposamente N.), mas seja como for dou por mim a ouvir os (os?) Resistência, isso mesmo, não é vodka a mais, passo a publicidade, Resistência...
E ainda comentam entredentes os pobres-de-espírito, esses vanguardistas, e a sua angelidade algo diónica!

Conheço poucas coisas tão profícuas quanto a retórica

de todos os tipos e variadíssimas tendências, até mesmo - e sobretudo - a da denúncia. A da traição, a da mais-valia (mais valia ter ficado quieto, sugadito, diriam alguns mais avisados...), a do-que-seja-desde-que-não-doa-muito, usf.
Cá está a, anelada, mudança de parágrafo.
... a seguir com atenção.

Gosto de ver o mercado, gosto de ver as coisas...

e gosto que pareça mesmo que não é assim e ser a visão das coisas de que gosto e de ver o mercado, de pensar em quase nada, já, daquilo que não quero, ver-te aflita com a minha virgulação virtual e ver a lua como sempre um doce crescente, cinzento, teu filho e sem desculpa formada ou a formar.
Gosto de mudar de parágrafo. Palavra que gosto.
O que é que se escreve a seguir, quando ainda não se escreveu nada?
Calma? Até para o €uro agora é preciso ter calma...
Não soa demasiado familiar? A mim, sim. Àquela familariedade festiva, aparentemente mesmo sem razão, com o combate contra o mal que só a esquerda-pensante pode prepucionar...

sexta-feira, 26 de setembro de 2003

Antes de Cristo (série II - 002)

Não existiam, certamente, estes simpáticos blogues:







há outros, mas poucos como estes.

Antes de Cristo (série II - 001)

Já existiam com toda a certeza anedotas sobre Ele.

Tentaremos...

a partir de agora dar mais espaço a temas tão abjectos quanto possível, tais como a filosofia, sobretudo na sua "vertente" fenomenológica, claro, além de algumas re-leituras avulsas de autores malditos, culinária & bricolage, agricultura biológica (por razões de esterco, mesmo), arqueologia submarina em banheiras e - talvez - praias da Linha, und so weiter und so fort. Não agradecemos a paciência.

A partir de hoje...

Regressamos, é pena dirão alguns, à escrita daquilo que nos for dando na realíssima gana. As críticas recebidas, além de não serem nem muitas, nem verdadeiras críticas, têm conseguido tornar ainda mais inabalável a nossa convicção de que um espaço-blogue, valendo aquilo que vale, que é muitíssimo pouco, tem todo o direito de ser até, como é quase sempre o caso, pelo menos entre nós aqui no Antes de Cristo, até, dizia, de ser um balde de lixo, melhor ainda, uma lixeira a céu aberto!

Proposta de Frase do Ano

"Vão-se embora, senão parto esta merda toda!!!", Juíz Anónimo...

quarta-feira, 24 de setembro de 2003

ou (e esta ainda não tinha tido a oportunidade de repetir)

como diria Aristóteles, esse grande filósofo, ou assim e depois passo a sitar: (daí as aspas, sorry..., xuakinhos):
"








"

in Estética a Ninfómaco, s/ data

errata

onde se lê: em voa verdade vos digo
ler-se-á (com a devida bondade): vem voa verdade vos Vigo.
...
Obrigadinha
e depois dizem que um gajo tem a mania dos vvvvvvsssss

Sim

tinha pensado acabar de vez com este blogue
mas
em voa verdade vos digo
time after time
que ao re-ouvir my engraçadinho valentino
(sempre pensando, orando mesmo, nos meus ódios
de estimação e não me divertindo menos
por isso, diga-se ou não)
estamos de volta!!!

terça-feira, 9 de setembro de 2003

antes de cristo outra vez???

phil collins????

antes de cristo outra vez???

marias madalenas
fariseus
o Dele
embuste

antes de cristo outra vez???

insónias
poesia
psicoterapia
segunda-feira
gaguez

antes de cristo outra vez???

espinosa
epc
desidérios menos tesos...

antes de cristo outra vez???

não havia woody allen nem a vontade de acabar
de vez com o que quer que fosse
existiriam pessoas
DAQUELAS INCÓMODAS
levinas não teria, quase de certeza, nascido
já havia sócrates, górgias e afins
a 4ª antinomia e o imperativo categórico
tempo em koenigsberg
dúvidas
dúvidas
francisco sanches

lembrei-me agora...

parece que antes de cristo havia também judeus, árabes, sei-lá-o-que-mais...

segunda-feira, 8 de setembro de 2003

outra vez as merdas que não havia antes de cristo... O copy + paste...

...und so weiter und so fort... Thomas Bernhard

outra vez as merdas que não havia antes de cristo... O copy + paste...

nota solta: e agora sem copy
ó charlotte
uma coisa é gostar do Mestre Pipi
outra é ter a pretensão
de se apropriar do mui rabeta e digno
Ex.mo Sr. de Wittgenstein & foda-se!!!

outra vez as merdas que não havia antes de cristo... O copy + paste...

Posted 13:36 by Jos?
BIG BROTHER

Vi, pela primeira vez, uma parte desta série do Big Brother. Tenho imenso pena de não ter oportunidade de ver tudo, porque isto dava um grande livro, à anglo-saxónica, divertido de fazer, como uma espécie de diário da coisa, porque não há imagem, nem palavras que não tenham interesse para analisar e discutir. Há ali todo um mundo. Devo dizer-vos que este programa está muito bem feito, muito bem feito. É trash mas é bom.
(desculpa lá, ó pacheko, mas desta não concordo contigo, como quase sempre.)
dixit

outra vez as merdas que não havia antes de cristo... O copy + paste...

PORN TO BE WILD
A pornografia é um assunto que me interessa bastante em duas vertentes diferentes: o lado lúdico de consumidor e o olhar analítico do cientista que estuda os fenónemos da cultura. Não tenho contra a pornografia - desde que os intervenientes sejam todos maiores e conscientes dos seus actos - nenhuma má vontade. O consumo de pornografia há já alguns anos que deixou de ser um estigma. Tornou-se em certos meios, aliás, uma demonstração de coolness. O visionamento de filmes pornográficos em grupo é disso um exemplo. Curiosamente, é da esquerda académica (nomeadamente os Cultural & Gender Studies) que chegam as piores acusações à indústria pornográfica: de exploração de uma sexualidade doentia, da alienação do próprio corpo, da reificação do acto sexual, etc. JPH, pergunta às feministas radicais (a quem não podes acusar de serem de direita) o que pensam da pornografia.
Tenho alguma pena que a pornografia se tenha "socializado". Sempre gostei do lado clandestino que a pornografia proporciona (mesmo a mim, que vivo sozinho). Parece-me razoável que os filmes pornográficos hardcore não sejam transmitidos em canal aberto, apanhando inadvertidamente qualquer um que faça zapping depois da meia-noite de fim-de-semana. Apesar da liberalização dos costumes e das quecas por baixo do edredão no Big Brother, a pornografia não deve ser considerada um produto cultural de massas como um qualquer filme do Bugs Bunny.
STATLER
(desculpa lá ó marreta!!!)
dixit

sábado, 6 de setembro de 2003

já agora...

edito o que me apetece e talvez nem tanto e quero que se foda!
por exemplo uma anedota barata, mas em inglês - daí o itálico:

NOT (THAT) BAD

A women on her deathbed called her husband and instructed him to look under their bed and open the wooden box he found. He was puzzled by the 3 eggs and $7,000 in cash he found in the box, so he asked his wife what the eggs were for.

"Oh those", she replied, "every time we had bad sex, I put an egg in the box".

Not bad, the husband thought to himself, after 35 years of marriage, then he asked, "But what about the $7,000?"

"Oh that", she replied, "every time I got a dozen I sold them."

A ideia até...

... pelos vistos toda a gente teve férias - até o pedro mexia -, mas se fosse de confessionários diria que o Pipi é a Coisa Real... o resto...

segunda-feira, 18 de agosto de 2003

segunda-feira, 11 de agosto de 2003

O melhor de A UNIDADE IMPRÓPRIA...

e uma explicação possível do seu fim. Fica a promessa...

DETESTO BLOGAR!

... depois explico.

Francisca Maria: desalojada.

Depois de Bagdade (seria mesmo?), o Tazzo Camacho só podia ir fazer reportagens para apresentar no primeiro jornal da tarde a partir da Chamusca (Abrantes?) em directo da fábrica do tomate...
Não haverá MESMO coincidências?

dixit

quinta-feira, 7 de agosto de 2003

necessidade de fazer a barba
uma série de merdas
espaço

paulo josé miranda

paulo josé miranda
o novo testamento
tempo perdido
blogosfera
não havia vaidade?
antes de cristo não havia A UNIDADE
agora já não há
dixit

montes de coisas que havia antes de cristo

montes de coisas que havia antes de cristo
e vão continuar a haver

isto devia ser um blog-sério
foda-se,

deixa arder!

dixit

podia ser

antes de cristo os vários povos de kk bem podiam dizer o que queriam ou até mesmo estar calados uma vez que a linguagem era uma coisa incompreensível até para quem a tinha inventado e depois começaram com aquelas merdas do cruxifiquem-No e o mundo nunca mais foi o mesmo e ainda bem porque o mundo nunca foi o mesmo a menos que estejamos a falar em unidade lógica sim nessa que acabou por desaparecer enquanto webblog mas que persiste em atormentar-nos o espaço
dixit

terça-feira, 5 de agosto de 2003