domingo, 18 de julho de 2004

Com tanta gaja boa... Valha-me Santa Madonna!


Ministra da Cultura Lusa, S. Exa. Ex.ma Srª Drª Maria João Bustorff (ex-Lobo-Antunes).

Tempos houve em que os animais falavam, agora... também escrevem!


O escritor-guarda-redes-cantor em acção dentro das quatro linhas...

Só em Portugal 1 (só aos Domingos & exclusivamente para kardíacos?)

...é que Um analfabeto integral (Ricardo, de sua graça...) entrevistado, por ocasião, refira-se de passagem, do lançamento (foi giro) do seu I Tomo em livro, pelos vistos de desabafos do dia-a-dia e sentimentos que a gente vai sentindo, não é?, responde às supostas perguntas mesmo-a-propósito que outro analfabeto (semi-integral: são ainda piores e muitíssimo mais execráveis que os primeiros, note-se!) lhe vai fazendo com a analfabeta certeza de jornalistazinho aberrante e bem comportado, mas bronco que nem aos penedos se deve aplicar tal adjectivo, 

«... (apanhado já a mais de meio do evento...)

...que ninguém conseguia transcrever para o papel.

- qual é a parte mais importante para si? a do penalti? ...»,
 
terá lido Handke na Faculdade? Ó Zé (Saramago), tu cuida-te, pá! A. Alforreca-Antunes, d'olho nele que é lagarto!
Ontem:
 
 
Hoje: ("sublinhados" NOSSOS) Uma Ministra que, além de muy bem nascida, e académica medíocre, a-cu-mula: será, também, uma INCÓGNITA???
 
"Não estava à espera, achei graça", diz Simonetta Luz Afonso, presidente do Instituto Camões, ex-directora do Instituto Português de Museus. "Conheço-a desde 1990 ou 1991. Viabilizou a fundação, que estava deficitária, e internacionalizou-a, encontrando um mercado novo, o Brasil. É uma pessoa com capacidades de gestão, inteligente, culta." Do resto, não sabe: "Não lhe conheço intervenção noutras áreas. Presumo que se saberá rodear de pessoas que saibam. Quando foi para a fundação também não sabia da área." Bustorff é uma próxima de Santana Lopes? "Sim, são figuras próximas", diz Simonetta. "Têm uma boa relação há muitos anos, da altura em que ele era secretário de Estado da Cultura [1990-94]."
O historiador e cronista Vasco Pulido Valente acha "muito estranho" que se tenha escolhido "uma pessoa inteiramente desconhecida": "Não conheço, como toda a gente neste país, por isso não tenho opinião."
"Desconheço em absoluto as ideias de Maria João Bustorff sobre política cultural", diz o socialista Augusto Santos Silva. Quando era ministro da Cultura, reuniu-se algumas vezes com Bustorff e ressalva que "a fundação tem um trabalho muito bom no restauro, conservação e formação, em Portugal, no Brasil e noutros países".
Mas lamenta que a escolha não revele "uma aposta clara" na Cultura: "Se a mensagem fosse essa, iam buscar uma figura com peso político e força no meio cultural. Temo que a cultura continue a ser a última prioridade do governo PSD." No entanto, "é um elemento positivo a pasta da Cultura não ter sido entregue ao CDS/PP" neste governo: "As hipóteses que se estavam a colocar, como Teresa Caeiro, pareciam-me piores. Se conheço pouco o pensamento político sobre cultura no PSD, ainda menos no CDS. E o que conheço, é tudo menos democrático e moderno." Congratula-se ainda por "não ser desta vez que a Cultura fica entregue àqueles 'bulldozers' que querem acabar com o financiamento à criação artística" - e nomeia Vasco Graça Moura.
Autor do programa do PSD para a Cultura, Graça Moura elogia "o trabalho notável" de Bustorff à frente da Fundação Ricardo Espírito Santo, mas também se diz "surpreendido" com a nomeação. "No elenco de nomes que podia surgir não tinha pensado em Maria João Bustorff." E considera não ter "elementos que permitam qualificar a escolha".
Afirma, contudo, que "o desempenho" é que será decisivo. "É uma aposta. Apesar de tudo, não é uma pessoa inexperiente na área, é presidente de uma fundação importante, tem traquejo ligado ao património, provavelmente ao mecenato."
Eduardo Prado Coelho conhece Bustorff das reuniões como membros do Conselho Directivo do Centro Cultural de Belém. "Parece-me uma pessoa com desenvoltura, conhecimento das coisas, sentido prático da realidade. Mas penso que está extremamente voltada para o património e não tenho a menor indicação sobre o que possa fazer noutras áreas. É uma incógnita total saber se é sensível ou não à complexidade dos problemas."
Este ensaísta e professor admite que a ministra confirme "aquilo que é a sua imagem pública pelo trabalho feito na fundação", mas sublinha que nunca leu "um texto, uma intervenção" que o levasse a pensar que Bustorff poderia assumir esta pasta. "Mesmo nas reuniões do CCB, nunca me pareceu ir além de aspectos de ordem técnica." Prado Coelho salienta que "é decisiva a questão do secretário de Estado", que até aqui tinha "áreas extremamente sensíveis".
João Fernandes, director do Museu de Serralves, aguarda para ver. "Não a conheço, tenho ideia de um trabalho de qualidade da fundação. A minha reacção é de curiosidade sobre as ideias e as práticas."
O cineasta João Mário Grilo encara Bustorff como "uma pessoa atenta ao património". Nesse sentido, "é bem-vindo à cultura alguém que tenha contacto com agentes culturais". De resto, não se pronuncia. "Importante é ela pronunciar-se sobre a cultura. Há muita coisa maltratada pelo anterior governo, muitos disparates." Especificamente na sua área: "A actividade criativa do cinema tem regredido brutalmente nos últimos dez anos. E a culpa é dos políticos. Importa perceber que a função do ministro da Cultura não é apenas gerir politicamente a situação, mas entender que a situação faz cultura." Uma pessoa "com atenção ao património está em condições de perceber que o património do futuro depende do que se fizer no presente", conclui.
 
Situada em Alfama, Lisboa, a fundação até aqui gerida pela nova ministra foi criada em 1953 pelo banqueiro e coleccionador Ricardo do Espírito Santo Silva, avô materno de Maria João Bustorff. Tem o museu com as doações do fundador, duas escolas, o Instituto de Arte e Ofícios e a Escola Superior de Arte Decorativas, e quase 20 oficinas. Faz restauro em talha dourada, mobiliário, azulejo, encadernação e tapetes de arraiolos - tendo campanhas no Brasil -, mas é particularmente apreciada pelas excelentes cópias de mobiliário histórico.
Licenciada em ciências sociais e políticas, Maria João Bustorff deu aulas de sociologia na Universidade Nova de Lisboa e passou por vários ministérios. Foi o Ministério da Educação que a destacou em 1987 para o conselho directivo da Fundação Ricardo Espírito Santo, como representante da família. Casada duas vezes, a última das quais com o escritor António Lobo Antunes, de quem está separada, tem dois filhos.
...
Volta, Margarida que estás perdoada! ISTO ANDA mesmo TUDO LIGADO...

Cento e vinte e dois...

... precisamente quatro meses depois do início involuntário da mais completa abstinência (não bastava dizer a palavra?), batido pelo dobro que foi e está o anterior recorde, não será agora inevitável a pergunta: Que faço eu aqui?
- Não.
...

Errata: onde no post anterior se lê: «... o "novo" PM é o único que tem direito a botar discurso (leia-se, sequer abrir a boca...) », leia-se, bondosamente: "a re-Puta que pariu isto tudo e, sobretudo, a reporter da Sic do Jornal da Noite de ontem!", ou seja: vendo hoje, por acaso, as notícias da tarde constato (sim, bem sei que é um galicismo!) sem calmaria nenhuma que fui pura e simplesmente manipulado... Perguntar-se-á: e, nesse caso, onde é que está a novidade?...
Foda-se! Toda a gente (?) foi perguntada e ouvida e tida (!) e achada e... à saída da sem-cerimónia de ontem por esta hora...

sábado, 17 de julho de 2004

Dia 121. Capicuas...

Nada de especial no Luso e muy distinto reyno da saloia e frívola nulidade. Parece que o "novo" desgoverno deste país foi durante esta tarde empossado (melhor teria sido enrr...), como se diz, e o impagável Presidente de QUASE todos-os-Portugueses ter afirmado, segundo a imprensa escrita de há pouco, que não se responsabilizava pelo novo governo da Nação... Mas a grande novidade é que o "novo" PM é o único que tem direito a botar discurso (leia-se, sequer abrir a boca...) e de imediato aproveita o inesperado jornalista para reafirmar a sua fezada na retoma... na próxima segunda-feira... Bem. Regresso a Bataille.

quinta-feira, 15 de julho de 2004

Pássaras, desvario, monstros...


Monstro.

... tudo isto e, naturalmente, muitíssimo mais aqui, n' O Saca-Mulas Oriental, como sempre às Quintas!

terça-feira, 13 de julho de 2004

O que esperamos nós em multidão no Fórum?

O que esperamos nós em multidão no Fórum?

Os Bárbaros, que chegam hoje.

Dentro do Senado, porque tanta inacção?
Se não estão legislando, que fazem lá dentro os senadores?

É que os Bárbaros chegam hoje.
Que leis haviam de fazer agora os senadores?
Os Bárbaros, quando vierem, ditarão as leis.

Porque é que o Imperador se levantou de manhã cedo?
E às portas da cidade está sentado,
no seu trono, com toda a pompa, de coroa na cabeça?

Porque os Bárbaros chegam hoje.
E o Imperador está à espera do seu Chefe
para recebê-lo. E até já preparou
um discurso de boas-vindas, em que pôs,
dirigidos a ele, toda a casta de títulos.

E porque saíram os dois Cônsules, e os Pretores,
hoje, de toga vermelha, as suas togas bordadas?
E porque levavam braceletes, e tantas ametistas,
e os dedos cheios de anéis de esmeraldas magníficas?
E porque levavam hoje os preciosos bastões,
com pegas de prata e as pontas de ouro em filigrana?

Porque os Bárbaros chegam hoje,
e coisas dessas maravilham os Bárbaros.

E porque não vieram hoje aqui, como é costume, os oradores
para discursar, para dizer o que eles sabem dizer?

Porque os Bárbaros é hoje que aparecem,
e aborrecem-se com eloquências e retóricas.

Porque, subitamente, começa um mal-estar,
e esta confusão? Como os rostos se tornaram sérios!
E porque se esvaziam tão depressa as ruas e as praças,
e todos voltam para casa tão apreensivos?

Porque a noite caiu e os Bárbaros não vieram.
E umas pessoas que chegaram da fronteira
dizem que não há lá sinais de Bárbaros.

E agora, que vai ser de nós sem os Bárbaros?
Essa gente era uma espécie de solução.


Constantin Cavafy, 90 e mais quatro poemas, Porto, Inova, p. 45.


Assembleia da República, 2004

&, já agora, aparentemente sem grande conexão... queiram ter a bondade de ler uma prosa enxuta, sem favor nenhum, de um nosso comblogopanheiro destas erráticas andanças.

Para além de...

Para além daquilo a que aqui resolvemos naturalmente não dar cabimento (que o não tem em nenhum dos sentidos), nem abrigo, ou seja, a propósito do diletante desgoverno deste vice-país, e tendo em conta que quanto a Circo, recomendamos antes viva e preferencialmente a mentora do Chapiteau, o Antes de Cristo, na minha pessoa, resolve elogiar os seguintes blogs e recomendar, sem favor nenhum a qualquer de ambos, a leitura (atenta, claro) deste grandessíssimo Almocreve e do teimoso e por vezes quase genialmente retórico J.P. Pereira.

E ainda...
(da nossa veia e lavra autoral):

Uma Abordagem Pós-Pêraiana (brevíssima metragem-instalação) do Momento Actual, takes 1 a 4, Portugal Ano da Desgraça de 2004, respeitosa e respectivamente por esta desordem comportamental-quântica, ou então não. Fiquem, como sempre, e sintam-se por cá à vontade!

take 1 - A Cada Lobo Bom o Seu Capuchinho Mal Enrr...carnado. (hardcore Escalão: vale-tudo-sobretudo-tirar-olhos)

Oooops!!! Not this one again... Please!...

take 2 - The dirty menace.

Before the haircut... the Shadow of Don Lopes (himself).

take 3 - Friendly bathing and a sort of a small talk Conversation in the mud. - Is it to hot for you Lopes, my dear?

Warmer!... Oooops, I did it again! (Gush! I love this game!...)

take 4 - The Lion and the Cobra. (The Pretenders.)

Dia de Glória Para a Nação de Portugal. - Uff, até que enfim!... (quanto aos respectivos balões, deixamos naturalmente ao critério o mais perverso possível, id est, lúcido de cada uma de Vossas Visitas...)

the End.

Banda sonora: Sweet Dreams Are Made of This, Euritemicus (Julho, 2004, Cais das Colunas).

E, last not least, o imprescindível, inelutável O Saca-Mulas Oriental que já pedala qual Pantani pelos pincâros mais elevados do seu excelso Nº 10, com saída prevista, como sempre, já na próxima Quinta-feira. Passe-se ou não a sentida e orgulhosa imodéstia, mas aqui, grupius non papandimus! (que é como quem diz, Gruppen fressen wir nicht!...)

Agora sim, ide, mas sempre com muita imoderação, estilo: "Come-me à força!..."

Pois canté!

sábado, 10 de julho de 2004

Ai ele é isso?

... então vamos até Setúbal comer as melhores sardinhas do universo e arredores! Um dia destes (se estiver aparvalhado) talvez diga onde... Até lá, salivai de inveja!

terça-feira, 6 de julho de 2004

Dia 110. Alguns números...

110 dias = 2640 horas
110 dias = (contas muito generosamente "por baixo")

= 880 cervejas = 880 Euros (aprox.)
= 220 1/2 whisky = 550 Euros
= 1430 Euros - Até agora

x 3 (330 dias) = 4290 Euros - Por ano
x 20 anos = 85800 Euros - em Escudos -> 17 160 000$00

+ etc.
...
sem comentários.

Agora Sim, a Hora do Hino e da Bandeira Nacional!


A Bandeira da República Portuguesa

E o Programa político-ministerial (pros-)segue dentro de alguns momentos. - Entretanto, uma vez que não podemos honesta e convictamente aderir a nenhuma forma de partido, muito menos, pseudo-bloco, ou movimento civilista (outra degeneração da Democracia), contaremos apenas, sempre e só com a nossa própria iniciativa.

Bem hajam!

segunda-feira, 5 de julho de 2004

Heróis do mar... (lai, lai)


Gangbang à Vasco da Gama

1. Perdemos suficientemente mal - faltou àqueles putas a chamada "velha fibra do bairro de Alfama...";
2. Em boa verdade: Não gostei;
3. Vingo-me hoje, depois do inevitável Unisedil, com alguma Etimologia Diária: Orgia, do grego órgia... ide consultar o tira-teimas;
4. Escolhi a modalidade à la Monsieur da Gama, não fossem os outros dizer que também tinham inventado esta - e também, claro, porque exige alguma (pouca) concentração táctica.
5. Já volto!

domingo, 4 de julho de 2004

Dia D...

depois de dormir dores e delírios, descansadamente desperto desertos desconsolos de dezenas de domingos, de despedidas, de dizer, diante dos deuses demissonários, de deitar desejos de domínio desesperadamente devolvidos da demência-light...

O horror... a ressaca da morte alheia. Domingo.


Malon Brando, 1924 - 2004

Primus inter pares...

sábado, 3 de julho de 2004

Coisas sérias. Jean de La Fontaine (1621-1695).

O corvo e a raposa e outros bichos...

... de tout temps
Les petits ont pâti des sottises des grands!


... I wonder why?

Coisas sérias para um final de tarde de sábado. José Afonso.

Senhora do Almortão,

Senhora do Almortão,
Oh, minha rosa encarnada,
Ao cimo do Alentejo
Chega a vossa nomeada,

Senhora do Almortão,
Oh, minha linda raiana,
Vira Costas a Castela,
Não queirais ser castelhana...

Não queirais ser castelhana...
Ai...

Nossa Senhora da Póvoa,
Nossa Senhora da Póvoa,
Minha boquinha de riso,

Minha maçã camoesa,
Minha maçã camoesa,
Criada no paraíso,
Criada no paraíso...

Senhora do Almortão,
A Vossa capela cheira,
Cheira a cravos, cheira a rosas,
Cheira à flor da laranjeira...

Cheira à flor da laranjeira...
Ai...

Nossa Senhora da Póvoa,
Nossa Senhora da Póvoa,
Minha boquinha de riso,

Minha maçã camoesa,
Minha maçã camoesa,
Criada no paraíso,
Criada no paraíso...


José Afonso, Fados

Digam-me que não.

Não é verdade que acordei este sábado burguês no país do futebol dos pobres e dos outros. Sou Cabeça de Lista do Partido Independente da Leviandade Absoluta, futuro Primeiro Ministro... Acordo!

Ministério da Educação Universitária


Ministério da Educação Universitária

Ministério da Educação Secundária


Ministério da Educação Secundária

Ministério da Educação Elementar


Ministério da Educação Elementar

Ministério do Futebol (ex-Desporto)


Ministério do Futebol (ex-Desporto)

Ministério da Exploração Sexual Consentida (anterior Justiça)


Ministério da Exploração Sexual Consentida (anterior Justiça)

Ministério das Dependências


Ministério das Dependências

Ministério das Negociações Difíceis (Pormenor da Mesa de Trabalho)


Ministério das Negociações Dificeis (Pormenor da Mesa de Trabalho)

Ministério do Ataque


Uma... pelo menos... de cada vez.

Ministério das Telenovelas Brasileiras


Malu

quinta-feira, 1 de julho de 2004

E de novo a vontade de pedagogia... Uma leviandade.

Para os mais directos, que de certa forma lamentam a interrupção do Curso de Vulvologia, e apreciadores da sétima arte.
Para os outros...
... um grande Bem hajam!, pela visita.

Se me não falham as contas... Dia 105.

Recorde pessoal absoluto que se regista ao som de uma tónica estupidamente fresca e The Raven, pelo Sr. Lou Reed. Why didn't you call?...
Além disso, alguma escrita ligeira e, talvez, o princípio de algo não completamente inesperado. A inspiração.

quarta-feira, 30 de junho de 2004

Um post por dia...

com muita Vitamina C, de cannabissss... dá saúde e faz crescer, sobretudo, os pelos das orelhas e do nariz. A atrofia cortical incipiente (... tanta coisa a pôr em dia)...

quinta-feira, 24 de junho de 2004

7. No dia 24 de Junho...


Corvo

The Raven, ou... as melhores Mulas do mercado aqui, a perfeição do Sete.

quarta-feira, 23 de junho de 2004

segunda-feira, 21 de junho de 2004

Portugal 1 - Espanha 0


Portugal 1 - Espanha 0

Um relato fidedigno, e imparcial q.b., encontra-se aqui.


Go ball, go...ooooolo de Nuno Gomes!!!

domingo, 20 de junho de 2004

Parabéns Ana!

Palavras para quê? Porque SIM.
Parabéns porque, apesar de seres meio-espanhola... és uma excelente rapariga. Beijinhos e que ganhe Portugal!

Sinto-me uma das dezenas de milhares de

"...pessoas com grande urbanismo...", Popular 1 dixit (acerca de quem, como eu, confraternizava com espanhóis...)

Portugal 2 - Espanha 1
*
Força PORTUGAL!!!

sábado, 19 de junho de 2004

Discuta uma ou, em caso de extrema necessidade, somente duas das teses apresentadas em confronto:

Tese 1: A influência ignorada do pensamento maximalista de Confúcio no Livro X da República, de Platão e suas sequelas no actual "pensamento" europeísta delorsiano.


A eterna luz ao fundo do túnel... ou, "Não há fome que não resulte em subnutrição" (atribuído a), Confúcio.

Tese 2: M. Mª Carrilho e a influência da (neo-)retórica pós-desconstrutivista na estética do Euro 2004, um tema actual, ou: O Culpado é sempre o Outro, a saber, o Santana.


Passagem underground da Baixa de Campolide para a Estação de Campolide.

Tese 3: "A Rosa é sem porquê", Angelus Silesius versus a CiberÉtica do Futuro, de A.H.


"Endoscopia vaginal", por Dr. H.A.

Dever matutino de resposta.

Aos diversos milhares de leitores/as deste nosso Antes de Cristo (pela última vez, B.I., não é: Anticristo!...), cujo grafomaníaco afã não pára de nos entediar cada vez menos já, aqui vai, pela primeiríssima vez neste espaço semi-ditatorial, um breve exercício do Dever matutino de resposta.

O patético e agraciado Leitor, neste caso, uma indecisa e aparentemente frígida leitora do Antes, resolve presentear-nos com o seguinte 'mail, do qual obviamente só extraímos as passagens menos eventualmente chocantes:

"Caríssimos [nós?], sempre que leio o vosso Antes de Cristo sou fulminada por uma incontrolável vontade de urinar, apesar dos meus tímidos 23 anos, razão pela qual passei a ter de poupar no SG Ventil hardpack..., para conseguir comportar no meu modesto budget de universitária em final de saison (a propos, ... € sem retenção possível...) o pacote de Tena Lady semanal a que vossa leitura me obriga. [...] Tudo isto para dizer, concretamente, o quê? Que isso é o que menos importa, tendo antes de ter em conta sobretudo que concumitantemente ao desanuvio urinário e consequente prejuízo financeiro, emocional, etc., sou literalmente arrebatada (sic) por um violento ataque de priapismo au féminin, que nem vos conto... [conta...]
Numa palavra, como diria Lénine: Que fazer?"

Carla Sofia, finalista de Antropologia Física (ISCTE), concumitante frequência da pós-graduação em Sociologia das Religiões (FCSH-UNL) e praticante freelance em Artes do Corpo (Fac. de Biologia das Beiras-centrais, com o Alto Patrocínio da ANEL*).

Antes de Cristo - Antes de mais... [...] e, seguidamente, ler o post acima ou fazer outra coisa qualquer. Talvez... Um grande Até sempre!

---
* Associação Nacional de Empresas Lutuárias.

Citação

de

Citações

"As citações são nas minhas obras como ladrões de estrada, que fazem um ataque armado e que aliviam um ocioso das suas convicções" [Walter Benjamin]

"Walter Benjamin aspirou realizar, como se alcançasse um clímax de perfeição, uma obra que fosse composta inteiramente de citações (...) Esse seu desejo veemente permite fazer-nos penetrar no universo de um coleccionador. Ao citar, substituindo pela citação a escrita própria, transcende-se o fluxo da sua apresentação e fixa-se o citado em si mesmo, assumindo-se essa posição de intermediário por excelência (...)
Com efeito, escrever por intermédio de outrem, para quem é escritor, acaba por tomar a figura de não se poder viver por si, de viver sempre por outro, transformando-se o ser em médium para receber, para deixar passar, colocado num limiar em que o próprio vazio do presente se torna matéria impressionável para ressonâncias alheias. A citação constitui, assim (...) um momento purificador, um propósito anárquico de revolucionar o presente, demonstrando a intransmissibilidade do passado como um todo e assegurando (...) que unicamente esta operação de recolha entre os restos possibilita a sua preservação (...)"
[Maria Filomena Molder, in "A paixão de coleccionar em Walter Benjamin", Prelo nº 4, 1984]

*
N. do Citador: negritos nossos...

sexta-feira, 18 de junho de 2004

Pensamento da decrepitude...

da leviandade, do valor da morte, do sabor do tempo. Lá voltamos nós a Agostinho.


Death of Augustine

quinta-feira, 17 de junho de 2004

Waiting man...King Krimson

e a leitura de A Metáfora do Coração e Outros Escritos, Assírio & Alvim, 1999, ...para os/as mais distraídos/as.

Mais adivinhas II


Michel de Montaigne

... quem me abandonou?

Mais adivinhas I


Ingeborg Bachmann

Algum dia tinha DE ser... Adivinhem onde? Linda como ela só... e um poema. "...wir fahren, fahren, fahren auf der Autobahn...", Kraftwerk e calor.

Águas livres

quarta-feira, 16 de junho de 2004

Dia 90. Saudades de Março.

Bloomsday, para mais tarde, como sempre, e noitada aqui.

"O fim do caminho... é a luz da manhã... é o corpo na cama... é uma cobra, é um pau...", por Vinicius e Elis, perdão e obrigado!, Jobim e Elis.

terça-feira, 15 de junho de 2004

Escrevo depois... um dia destes, talvez, só

se não me esquecer. Parabéns a quem contribuiu... e para quem tem a bondade de aturar. Quarenta anos é mesmo hoje, quase meio século depois de uma noite muito atribulada a ajuizar pelo relato materno e que pelas primeiras fotografias pode ser "cotado".

segunda-feira, 14 de junho de 2004

Dia 88.

Cerca de dezasseis horas antes de fazer 40... Qual ternura, qual quê? Venham mais oitenta, pelo menos, conservados e lúcidos! Nem mais.

domingo, 13 de junho de 2004

sexta-feira, 11 de junho de 2004

Adivinha 2


Miguel de Unamuno

Onde é que eu havia de ir parar?!...

quinta-feira, 10 de junho de 2004

Adivinha 1


Franz Kafka

Adivinha onde vou estar a partir de hoje. Pois é, estes rapazes não desistem... Ao que parece, andam aborrecidos com a falta de palavras-de-retorno. Um dia destes acaba e ponto.

& O Corpo de Deus que se seguirá...

sábado, 5 de junho de 2004


Cannabis suprema.

Antes de regressar ao outro lado.

A frívola necessidade de deixar vestígios, o sono e a vontade de não dormir durante séculos e séculos. Daí o fascínio dos vampiros, das touradas de morte. Passar a vida obcecado com a morte não lhe retira o risível, não mente afinal. Estive aqui. Fui.

quinta-feira, 3 de junho de 2004





Faça você também Que
gênio-louco é você?
Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia



O riso do revolucionário.

quarta-feira, 2 de junho de 2004

Adivinhem


Houellebecq

Adivinhem onde vou estar a partir de amanhã...

All is vanity...

Antes de Cristo

Antes de Cristo não se podiam fazer Tacs Crâneo-encefálicas...

terça-feira, 1 de junho de 2004


PJH e o vermelho vivo.

Em vez da Vulvologia (uma sugestão...)

Afinal sempre trabalhamos hoje, embora na clandestinidade para dar força à nossa voz. Deixando de lado imagens mais cruas, aqui encontramos um pequeno teste muito engraçado e, naturalmente, americano e homofóbico. Não desistam! Com sushi deve ser mais difícil de montar, perdoem-me o palavrão. Aleluia!

Soubémos.

De fonte relativamente segura, em betão armado com amontoado de pedras empoleiradas umas nas outras, uma maneira tão legítima quanto outra qualquer de homenagear o edil Soares - que para mais não há currículo -, ... esqueci-me. Juro.

Sigiloso bloque.

One for the road?... Dia 75.

E um grande Bem haja! à RTP 1, agora que isto estava a acalmar aqui para os lados do Antes, por passar um filme inteligente... Pecados Ilegais, de Robert Angelo. Adorámos!

Mais uma bela noite de descanso pela frente, hoje merecida. Valha-nos isso. Um café fora de horas, com medo de ficar sem cigarros por causa do trabalho nocturno de hoje.

Boa noite.

segunda-feira, 31 de maio de 2004

A pedido de vários leitores... Ámen!

habituais do Antes de Cristo, o recém-criado Curso de Vulvologia foi suspenso sine dia para que os hipócritas leitores tenham tempo, pelo menos, para exercitar na carne a observação e manipulação (tema futuro?) passarística adequada.

E para mudarmos de tema, penitenciamo-nos publicamente por desiludir os outros 69% (maioria qualificada) de leitores do Antes que preferiam que aqui continuasse esse espaço pedagógico em boa hora iniciado pela mão da minha pessoa.

Ámen!

Orai!


Maria Imaculada

domingo, 30 de maio de 2004

Certezas de domingo.

Every day is like sunday... Os menores não devem fumar. Será que suportaríamos Morrissey em português? Ter qualquer coisa a dizer, ter uma imagem a defender. Ter alguém que nos incomode durante a maior parte do tempo, um cão, um gato. Continuar a não ter de pensar no sentido em que isso implique alguma responsabilidade, seja de que género fôr. Uma vontade grande de adormecer.


Nem aqui se pode ler o DNA???

sábado, 29 de maio de 2004

Para além das aulas, ou hora do recreio.

Na verdade, nem só de trabalho vive o homem e, em conformidade, voltamos ao recreio que nos impele para a escrita, não como uma forma de ser prima donna tolerada, ainda que indesejada, em mesas redondas que mais parecem quadradas quando comparadas com os baixos-abdómenes, ou seja, panças com muito de D. Sancho à mistura.

Exibição da atrocidade?

O que nos escandaliza na exibição gratuita de parte de um corpo? Quem se escandalizaria com a exibição de um órgão tão íntimo como a boca, por exemplo? E tudo isto, de uma maneira ou de outra, um dia deixará de existir e, portanto, de escandalizar. E nada disto tem importância absolutamente nenhuma.

Um umbigo, um dedo do pé.

Sim, também há aos sábados... Vulvologia (II - repetitorium)


Um pouco mais de azul...

Repetitorium... para que não restem dúvidas quanto à competência pedagógica deste blogue - central e anti-liberal. Mas aqui a política é outra, trabalhe-se, senhores!, ou então emigremos antes das eleições presidenciais... Seja qual for o resultado. Aos sábados temos repetição da matéria dada, por assim dizer. Ao trabalho!

Eu nestas merdas não sei

se deva ou não, justamente, ser anti-gringo, ou pura e simplesmente me estar nas tintas para o futebol, que é mesmo assim. Esta selecção não me inspira confiança, comparada com outras (quais?) e só me apetece gritar Figo! e Rui Costa! que sempre dá mais umas visitas extra, apesar de ainda não termos instalado o imperdoável sitemeter. Viva a selecção, foda-se!


A Flor de la Mar...

Este senhor...

que já nos tinha habituado a alguma escrita, terá regressado ao Ribatejo e à vinha? Ou andará a ver Sic radical a mais? Oooops!... - Joga a selecção com quem?, é a pergunta. - Goooolo! de Figo. O número 7 de Portugal. Grande Luís.

knockin' on heaven's door...

As fontes anti-informação do Antes de Cristo têm o desprazer de anunciar em segunda ou terceira mão ao mundo lusófono e arredores de capoeira e capela o fim deste impagável blogue, fonte de inspiração, luminária para tantos de nós aqui na blogosfera, logo a seguir à Bomba, claro. Mas, como diz Ferré, Avec le temps... c'est pas la peine d'aller chercher plus loin... etc., deixa-nos na dúvida entre se a causa de tão pensada decisão, de nos abandonar, imagine-se, será apenas o abrir de uma nova janela no seio destes meliantes, ou, pelo contrário, se prende com o início do nosso curso de Vulvologia... Que las hay, las hay... Logo agora, Mexia, que a malta se preparava alegremente para te parabenizar, francamente. Bem, resta-nos sempre os bilros, agora que esta senhora passa a vida a mostrar-nos o álbum de casamento, e os silêncios do Abrupto.

sexta-feira, 28 de maio de 2004

Se isto é um post..., Secundus semper (extra-curso!)


Dê-me aqui uma mãozinha!...

Please!

Sim, outra vez o chato dos bigodes...

Nós, homens modernos, somos os herdeiros de uma vivissecção da consciência, de um acto de tortura que um animal praticou sobre si mesmo durante milhares de anos: é aí que reside a nossa mais longa prática, porventura o nosso talento, e decerto é aí que se exerce todo o nosso refinamento e que o nosso gosto se vê satisfeito. Há demasiado tempo que o homem olha «de lado» para as suas inclinações naturais, como coisa má, de tal modo que essas inclinações acabaram por se entrelaçar com a «má consciência». Uma tentativa em sentido inverso seria, em si, possível... mas haverá alguém suficientemente forte para a levar a cabo? Uma tentativa para entrelaçar com a má consciência as nossas inclinações não-naturais, todas aquelas aspirações ao além, as aspirações contrárias ao sentido, aos instintos, à natureza, ao animal, resumindo, os ideais até hoje conhecidos, todos os ideais que são hostis à vida e que caluniam o mundo. Mas a quem nos havemos de dirigir hoje com tais esperanças e com tais pretensões...? Porque teríamos desde logo contra nós precisamente os homens bons; e, para além desses, como é evidente, teríamos os acomodados, os resignados, os frívolos, os exaltados e os fatigados... Haverá alguma coisa que ofenda mais profundamente, que afaste mais radicalmente do que alguém dar a ver um pouco do rigor e da elevação com que a si próprio se trata? E, pelo contrário, quanta simpatia e agrado nos mostra toda a gente quando procedemos como toda a gente e quando nos «deixamos ir» como toda a gente...!

Friedrich Nietzsche, in Para a Genealogia da Moral

Curiosidades, coincidências, ou talvez sim. Vulvologia (II)


Eis o busílis!

Comentários para aunidadeimpropria@hotmail.com

Create.

Back to the beginning? Uma sensibilidade particular à passagem dos dias, que raio de manhã. Retira a maquilhagem do sono. Necessidade de imagens, nem que seja mais uma imagem para o menor júbilo da memória, a maior culpa. Onde ir buscar a alegria fora da química? Sonho como um deserto gelado ao cair da noite, uma canção oriental, imemorial. Vontade de dormir outra vez como uma rosa do deserto, toca-me a sonolência. A fragilidade antes da entrega.

Uma última sugestão.

Quem puder leia A Imperfeição da Filosofia, de Maria Filomena Molder. Quem não puder, lei aqui na íntegra a entrevista. Ainda por cima com uma bonita e sorridente fotografia da professora.

Só às vezes.

"Às vezes consigo ser mesmo muito mazinha!...", Laurinda Alves desvenda-se, comentando - invento eu - a qualidade literária das suas obras em prosa acerca de como ser bonzinho e certinho e ir à missa e depois fazer meditação zen. Para quando uma colectânea de Poemas originais (inéditos) sua, sobre a interioridade ou assim à bruta, minha querida? Platão versus Aristóteles, Xis.

Resoluções de fim de dia.

Resolvi colocar aqui uma secção de Vulvologia, Estudos Elementares, justamente por acabar por não haver espaço de exposição, sem erro n' O Saca-mulas Oriental. Está esclarecido.

Aqui, o espaço é mais errático, com o que isso de bom ou mau possa ter para prejuízo das duas ou três almas que nos lêem. Apareçam sempre, sobretudo quando parece que "a casa" descambou de vez. Errar com menos má consciência, uma aceitação mais amena do tema do divertissement. A matriz permanece a mesma para onde quer que nos viremos e nós também não fazemos muito melhor.

Não é coisa de gente séria, a literatura.

Como?

Os mesmos temas, as mesmas duas ou três obcessões. A Roxo e Negro, a obra vai-se completando com maior ou menor dificuldade e o tempo não sobra. Os medos estão mais enraízados que o raro entusiasmo dos dias. Como deixar de pensar na inevitabilidade da morte diante dos dias sem fé que não seja na capacidade de diversão que ainda conseguimos digerir?

quinta-feira, 27 de maio de 2004

Curiosidades, coincidências, ou talvez sim. Vulvologia (I)


A coisa em questão.

Ao fazer uma pesquisa no e-Mule (motor de busca e partilha de ficheiros) vou parar, procurando música da Cher, a uma entrada de cerca de 500 MB cujo título não resisto aqui a citar: Documentaire: Le Clitoris Ce Cher Inconnu... Não sei quem é o autor, mas desde já lhe enviamos do Antes de Cristo um grande abraço não só fraterno como ainda mais solidário, e lamentamos que uma televisão que muitos dizem ser das melhores do mundo e arredores, a nossa, paga com o nosso guito, não inclua documentários desta extrema importância, sobretudo tendo em conta o grau de analfabetismo sexual com que os nossos moçoilos e moçoilas são encorajados a cultivar, apesar das curtes, claro, nas escolas nacionais. Pergunto-me: Quantos putos ao verem pela primeira vez um clítoris pensarão: para que raio servirá aquilo para além de ser giro para segurar os piercings? Quantos não alimentarão durante anos (recordo facilmente um blogo-crítico da nossa aldeia, sempre atormentado com a sua inépcia sensual) o pesadelo de se verem confrontados com semelhante pedacinho de carne rosada, na maior parte dos casos conhecidos, sem saber como agir em conformidade? Aqui fica uma despretenciosa ilustração do que podem, com alguma sorte e imaginação, vir a apanhar pela frente...
Ou como diz o meu tio Entalo: Homem prevenido é homem fornecido! Quem é amigo, quem é? E já agora, para completar o serviço público, façam favor de visitar esta pérola da Ciência, para mais variedades, exemplares.

Só para avisar os mais incautos...

Sempre saiu o Número 3 destes gandas malucos, fosga-se! Como se não bastasse já A Bola sair todos os dias... Viva o F.C.P., carago!, que é disto que o povo gosta et pourquoi pas?


Finalmente a cadeira de São Pedro, carago!

terça-feira, 25 de maio de 2004

Titties and beer, Frank Zappa

Subitamente sinto uma grande falta de qualquer coisa, mas não consigo lembrar-me do que seja. Estranho. "Oh, Crissy..." Senilidade precoce? Abro a minha última tónica gelada e honestamente não sei a quem agradecer semelhante alegria. "Who's holding your pickle?" Aleluia!


Ainda falta a cerveja...

sexta-feira, 21 de maio de 2004

Early morning jokes...

Este(s) rapaz(es) às vezes têm graça...

Choque de carrinhos no supermercado

Um homem bate com o seu carrinho de supermercado no carrinho de outro homem e pede desculpas.
- Desculpe, amigo. Sabe, é que estou à procura da minha mulher e não sei onde ela está.
O outro diz:
- Mas que coincidência, eu também estou à procura da minha mulher...
- A propósito, como é a sua?
- Ela é morena, tem um corpo de sonho, cabelos pretos até à cintura, com peitos duros, empinados para a frente e está com um vestido preto, meio transparente, com um decote grande na frente. E a sua?
O outro diz:
- A minha que se foda. Vamos mas é procurar a sua!

quinta-feira, 20 de maio de 2004

A dureza da crítica.

Não cultivamos no Antes de Cristo - não é bem verdade, mas fica bem dizê-lo -, pelo menos desde que vimos realmente vista uma vara de recos ganhar asas e elevar-se no éter nacional-umbiguista, essa tão vil quanto desprezível virtude da admiração parôla, mas há coisas do caralho, pardonnez mon anglais! Ainda este vosso escriba tentou esperar, em vão, que passasse da meia-noite para postar semelhante revelação, não só para não estragar um dia estupidamente interessante, como também porque costuma ser por essas horas matutinas que as cinderelas começam a repetir-se sem graça após o segundo gin-tónico, mas qual quê?, aqui transcrevo na íntegra a razão de tanto inútil pasmar.

Lê-se, juro, literalmente o seguinte:

"15.5.04A ROCK AND A HARD PLACE: Há vários modos de transportar o telemóvel. Pessoalmente, gosto de andar com o tm no bolso das calças. É bom haver alguma coisa dura naquelas paragens.
Posted by: Pedro Mexia / 11:45:56 PM"
, fim de excitação?

Não. Nem pensem. Não resisti a humildemente vir aqui sugerir, daí a excitação suplementar, ao excelso e colunista opinador-de-literatice, uma solução para a fanchona preocupação do seu desesperado caso.


Coisa Dura Com Asas

Ó Mexia, sai lá do armário e passa a usar o bolso de trás das calças! Passas a sentir qualquer coisa dura no lado certo e talvez comeces a escrever como um homenzinho. Sem ofensa, naturalmente.

P.s. - Para não termos de comentar a foto que precede o genial post em apreço...

O regresso a casa sabe estupidamente bem depois do devoir accomplit...

Sabe bem recuperar energias para os dias menos simples, fumar um cigarro antes de jantar e sentir que é precisamente o que queremos que seja, o que está certo no mais pessoal dos sentidos.

Sabe imerecida mas justamente muito bem.

Sempre saiu o Número 2.

É o que podem visitar aqui os mais distraídos... Quanto ao Antes de Cristo encontra-se em merecido descanso após tão longa peregrinação e tanta vela acesa que não há dedos para teclar. Mas voltem sempre!

quarta-feira, 19 de maio de 2004

Onde é que eu já li isto? Revivalismos.


O Frederico... Posted by Hello

Trevas

Qual o limite para o pânico, quando a ansiedade explode em mil destroços a inutilidade da passagem do tempo? Quando foi, é agora? Escuto, o canto de Dionísio:

"Sê razoável Ariadne,
Tens orelhas pequenas, tens as minhas orelhas
Ouve uma palavra prudente
Não nos vamos começar a odiar quando nos devemos amar
Eu sou o teu labirinto."